Verso Bíblico Semanal

Justiça

“Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mateus 5:6).

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Verso Bíblico Semanal

Domínio Próprio

“Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1 Coríntios 9:27).

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Verso Bíblico Semanal

Mansidão

“Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a Terra” (Mateus 5:5).

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Verso Bíblico Semanal

Fidelidade

“E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos” (Gálatas 6:9).

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Verso Bíblico Semanal

Bondade

“Porque somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras, as quais Deus preparou antes para nós as praticarmos” (Efésios 2:10, NVI).

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Comentários

Lição 10 – Comentário Pr. Emilson dos Reis

Publicado em 02 March 2010

DOMÍNIO PRÓPRIO

por Emilson dos Reis

A última das virtudes mencionadas por Paulo como parte do fruto do Espírito é enkrateia, que tem sido traduzida como domínio próprio ou temperança. Ela ocorre apenas aqui, em Gl 5:23 e em At 24:25 e 2Pe 1:6, e deriva da raiz krat, que significa “poder”ou “controle”. Também há o adjetivo enkrates – “continente” (que tem continência: a abstenção de prazeres) ou “que tenha domínio de si” (Tt 1:8) – e a forma verbal enkrateuomai, “abster-se de algo”, vertida como “se dominem” (1Co 7:9) e “se domina” (1Co 9:25).1

DOMÍNIO PRÓPRIO É PODER

Domínio próprio “descreve a força interior pela qual um homem se controla, recusando-se a ser levado ao léu pelos desejos ou impulsos diversos”;2 refere-se à possibilidade de moldar a vida, não segundo os maus desejos de nossa natureza pecaminosa, mas conforme os desejos de Deus, que sempre são puros, benéficos e bons.3 O domínio próprio, presente nesta listagem, é produzido pelo Espírito Santo na vida do crente, capacitando-o a refrear-se de vícios e excessos4 e parece estar contrastando com as diversas obras da carne que foram anteriormente mencionadas (Gl 5:19-21) e que, claramente, demonstram a auto-indulgência – o deixar-se levar pelas paixões e desejos – que é seu antônimo.5 Ter domínio próprio significa “ter poder sobre si mesmo”.6 Sim, é quando nos rendemos para ser totalmente dominados pelo Espírito de Deus que somos mais nós mesmos do que nunca.7 Em vez de pensarmos no cristão apenas como alguém que não pode (e não deve), fazer isso e aquilo, deveríamos saber que somente o cristão é que pode fazer algumas coisas: somente ele é que tem poder para ser obediente à vontade de Deus, somente ele é que pode amar de verdade,  somente ele é que pode ter a vitória sobre os desejos impuros do coração e ainda assim viver em paz e contentamento.

O cristão tem poder para não viver pecando. “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.” I João 3:9. O filho de Deus é simplesmente incapaz de viver uma vida pecaminosa. Isto não significa que ele nunca mais cometerá um ato de pecado, mas que ele não vive mais constantemente, habitualmente, uma vida de pecado. Quando creu em Cristo, houve uma “transformação interior, profunda, radical;” recebeu uma nova natureza, que “exerce uma forte pressão interna em direção á santidade”.8 “Deus armou os seus filhos para a guerra contra Satanás, implantando a sua própria natureza neles… Podemos dizer, portanto, em terminologia moderna, que os genes de Deus permanecem em Seus filhos, e que pecar é contrário à natureza deles”.9 Ilustremos esta verdade comparando dois animais: o porco e o gato. O porco tem prazer em chafurdar na lama. Faz parte de sua natureza. Mas um gato jamais fará isso. É um dos animais mais limpos que conhecemos: está sempre se lambendo, se limpando. Um gato nunca terá prazer em se revolver na lama simplesmente porque não faz parte de sua natureza. Assim, um filho de Deus não terá satisfação em viver uma vida pecaminosa.

O cristão tem poder para vencer o mundo.  “Não ameis o mundo nem as cousas que há no mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não procede do pai, mas procede do mundo. Ora, o mundo passa, bem como a sua concupiscência; aquele, porém, que faz a vontade de Deus permanece eternamente.” I João 2:15-17. Na Bíblia a expressão “mundo”, dependendo do contexto, pode significar “universo”, “Terra”, “humanidade”, etc. Mas neste texto se refere ao sistema pecaminoso e mau, inaugurado e chefiado por Satanás, com tentações e perversões de toda sorte, onde é incentivada a vida egoísta, carnal e ímpia e que exerce pressões psicológicas, intelectuais e até físicas para nos alienar de Deus e Seus caminhos. É um estilo de vida que se opõe à vontade de Deus e, nem mesmo O leva em conta. Aquele que o adota está preocupado apenas consigo mesmo, com seu prazer e não se importa se suas decisões terão a aprovação do céu ou não.

O mundo deve ser encarado por nós, não como amigo, mas como um inimigo que precisa ser combatido e vencido. Contudo, isso só é possível àquele que nasce de Deus. “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos, porque todo que é nascido de Deus vence o mundo; e esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé.” I João 5:4. O filho de Deus é um vitorioso. As atrações e propostas do mundo perderam o seu fascínio sobre ele. Ele sabe que suas cores, seus sons, seus encantos e prazeres são ilusórios e passageiros. Armado de sua fé ele segue avante, obediente aos mandamentos de Deus, a quem devota o seu amor.10

DOMÍNIO PRÓPRIO E FORÇA DE VONTADE

Domínio próprio também pode ser entendido como força de vontade11. “Vontade” é uma expressão que pode ter diversos significados, sendo que os mais usados parecem ser: (1) Desejo, anseio, aspiração. Ex.: “Estou com vontade de comer um pedaço de bolo”; e (2) Capacidade de escolha, de decisão. Ex.: “O apóstolo Paulo tinha uma vontade de ferro” (o que indica que possuía firmeza e energia nas decisões). Aqui empregamos o termo “vontade” com o sentido de capacidade de decisão e não como desejo. “A vontade não é gosto nem a inclinação, mas o poder que decide”.12 Assim, alguém pode passar diante de uma confeitaria e, vendo os doces expostos na vitrina, ter o desejo de comê-los e, contudo, embora tenha tempo e dinheiro, por alguma razão sua vontade diz “não”, e ele segue seu caminho, sem saboreá-los.

Uma pessoa pode ter uma infinidade de desejos, mas a vontade é apenas uma. A vontade pode combater os desejos ou aliar-se a eles. Ela está acima das emoções e da razão, e é responsável pelas decisões e pelos caminhos do indivíduo. “A vontade é o poder que governa a natureza do homem, pondo todas as outras faculdades sob sua direção.”13 As faculdades mentais e as paixões devem ser controladas pela vontade.14 A razão pode analisar com clareza tudo que está envolvido e apontar o rumo correto, mas é a vontade que detém o comando. Pode concordar com a razão e decidir em harmonia com ela; pode render-se á emoção; pode ir contra uma e outra. É como uma máquina interna que toma decisões. A vontade é livre para escolher e se constitui na grande capacidade que torna o homem senhor de si mesmo, de seus atos, e, por isso mesmo, ele é simultaneamente livre e responsável.15 A vontade é a própria essência da personalidade. É a fonte de todas as ações.16

Uma pessoa pode ter uma vontade saudável ou uma vontade enferma. Os de vontade enferma podem ser classificados em três grupos: (1) Os impulsivos. São os que não gastam tempo para pensar. São incapazes de resistir a certos impulsos17 ou instintos.18   São impetuosos, rápidos demais em decidir e agir. (2) Os indecisos. Ao contrário dos anteriores, estes pensam demais. Em sua mente, os prós e os contras assumem grandes proporções e eles não sabem o que decidir. A razão realiza bem o seu papel, mas a vontade não assume o comando.19 (3) Os inconstantes. São os que raciocinam e decidem corretamente, mas não são capazes de executar o que decidiram. Deixam-se dominar pelos acontecimentos, em vez de dominá-los. Têm medo de agir.20

Na Bíblia encontramos exemplos de indivíduos que, pelo menos em certos momentos da vida, manifestaram uma vontade doentia. Assim, como exemplos de impulsivos, citamos Ananias e Safira que, levados pelo ímpeto do momento, decidiram doar para a igreja apostólica todos os recursos adquiridos com a venda de um terreno, mas que, ao terem o dinheiro em mãos, arrependeram-se da decisão precipitada que haviam tomado (Atos 5:1-11). Ló é o exemplo de alguém indeciso. Sendo avisado pelos anjos que Sodoma seria destruída, demorava-se em tomar a decisão de partir (Gên. 19:1, 12-16). Pilatos, por sua vez, é apresentado como inconstante, pois, havendo analisado as acusações feitas contra Jesus, chegou à conclusão e declarou que Ele era inocente e, embora tivesse decidido soltá-Lo, deixou-se dominar pelos acontecimentos e O entregou para ser morto (Atos 3:13; Luc. 23: 13-25).

É através da vontade que o pecado conserva seu domínio sobre os homens.21 A vontade que não foi rendida ao domínio de Cristo é governada por Satanás22 e embora o homem não possa por si mesmo controlar seus impulsos e emoções como gostaria23 tem a capacidade de tirá-la do domínio de Satanás e entregá-la a Cristo.24 Quando isto é feito, “a graça de Cristo Se apresenta para cooperar com o agente humano”25 transformando a mente e o coração, pela atuação do Espírito de Deus.26 Ao entregarmos a Deus nossa vontade ela nos é devolvida “purificada e refinada” e tão em harmonia com Ele que nos tornamos condutos de Seu “amor e poder”.27 

DOMÍNIO PRÓPRIO E OS HERÓIS DA BÍBLIA

As narrativas bíblicas contêm exemplos de pessoas que exerceram grande domínio próprio – mesmo com risco de grave perigo ou da perda da própria vida – e também de indivíduos que falharam em exercer o auto-controle.

José possuía controle pessoal. Em certo período de sua vida, ele foi tentado todos os dias pela senhora Potifar. Segundo todas as aparências, haveria vantagens em ceder e sérios riscos em dizer “não”. Além disso, ele nem tinha uma família por perto nem uma igreja para apoiá-lo. Estava sozinho. Contudo, ele possuía uma clara compreensão de quem era Deus e do que era pecado. Ele decidiu recusar e recusou. Disse e fez. Disse “não” e fugiu. Ele não entregou o controle de sua vida a outra pessoa. E se deu mal. Sim, o resultado imediato não foi bom. Foi caluniado e lançado na prisão. Todavia, Deus usou essas mesmas coisas para o seu bem e, alguns anos depois, ele saiu do cárcere para ocupar o posto de governador o Egito, a maior potência daqueles dias. Com isso, aprendemos também a avaliar os resultados de nossas escolhas a longo prazo (Gn 39:7 a 41:44).

Sansão foi um homem forte em força física e fraco em força de vontade. Tinha tudo para dar certo. Foi escolhido por Deus para um trabalho especial mesmo antes de nascer. Seus pais eram tementes a Deus e fizeram o que de melhor poderia ser feito para educá-lo nos caminhos de Deus e prepará-lo para sua missão. Foi abençoado por Deus e frequentemente o Espírito do Senhor Se apoderava dele e lhe concedia extraordinária força física. Mas ele não possuía domínio próprio, especialmente no que se referia ao sexo. Contrariamente à vontade de Deus, casou-se com uma filistéia; depois esteve com uma prostituta; e, mais tarde, juntou-se a outra filistéia: Dalila. No relacionamento com esta, parecia estar enfeitiçado. Não conseguia perceber que as palavras e ações dela claramente atentavam contra a vida dele. Dizem que quem não se governa acaba sendo governado por outros. Assim foi com Sansão. Nas semanas finais de sua existência, foi dominado por seus inimigos, os filisteus. Felizmente, em seu último dia de vida, ele teve um lampejo de lucidez. Percebeu seu erro e decidiu cumprir sua missão, mesmo que perdesse sua vida.  Decidiu retirar o controle de sua vida das mãos dos filisteus e assumi-lo. Pediu a Deus que o usasse mais uma vez, só mais uma vez. E Deus o ouviu. (Jz 13-16). É por isso que seu nome pode constar na galeria dos heróis da fé, em Hb 11.

Daniel é um brilhante exemplo de temperança e domínio próprio. Observe o relato bíblico: “Resolveu, Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia; então, pediu ao chefe dos eunucos que lhe permitisse não contaminar-se.” (Dn 1:8). Daniel não era um jovem de vontade doentia. Não era impulsivo, nem indeciso, nem inconstante. Possuía grande força de vontade. Sabia dizer “não” ao mal, coisa que alguns têm dificuldade em fazer. Durante sua vida ele teve de dizer “não” muitas vezes, inclusive para os homens mais poderosos do mundo. Ele disse “não” ao chefe dos eunucos e ao cozinheiro-chefe quando estes lhe disseram para comer da comida real (Dn 1:8-16). Ele disse “não” ao chefe da guarda, quando este foi encarregado pelo rei de matar os conselheiros, por não conseguirem revelar o sonho e sua interpretação (Dn 2:12-16). Quando Nabucodonozor imaginou que o reino da Babilônia seria eterno, Daniel lhe disse “não”; outros reinos lhe sucederiam e o reino de Deus é que seria eterno (Dn 2:37-44). Quando Belsazar ofereceu a Daniel posições e riquezas para que este interpretasse a escrita na parede, Daniel disse “não”. A interpretação seria gratuita (Dn 5:16-17). Quando Dario promulgou um decreto que proibia se fizesse petição a qualquer homem ou deus, que não fosse o rei, Daniel disse “não”, e foi orar ao Deus Eterno como sempre o fizera (Dn 6:6-10). Qual era o segredo de Daniel? Ele recebera de Deus o dom do domínio próprio e se apoderara dele. De fato, quando um homem aprende a dominar-se, faz-se capaz de dominar o mundo exterior. Antes disso, nunca. Quando uma pessoa aprende a dizer “não” a si mesma, saberá e terá força moral para dizer “não” a outros, quando necessário.

DESENVOLVENDO O DOMÍNIO PRÓPRIO

Ao buscarmos cultivar o domínio próprio, bem como outras qualidades, será muito proveitoso efetuar, ao final de cada dia, uma breve revisão de nossos comportamentos, atitudes e palavras durante o dia que findou. Desse modo nos é possível descobrir os motivos que nos levaram a agir de uma ou de outra maneira e a perceber, com mais clareza, onde falhamos e onde acertamos. Isto resultará em conhecermos melhor a nós mesmos e em podermos planejar e executar um melhor relacionamento com Deus e com os homens. Se, por exemplo, falhamos em nos dominar em determinada situação, devemos pensar em qual deveria o comportamento correto e, então, depois de confessar nosso pecado a Deus e pedir Seu perdão e nos perdoar a nós mesmos, podemos planejar agir de modo correto na próxima vez em que passarmos por algo semelhante.28

Ao encerrar seu arrazoado sobre o fruto do Espírito, o apóstolo declara: “Contra estas coisas não há lei” (Gl 5:23). A lei de Deus não condena nenhuma destas coisas, antes, são elas que capacitam o homem a viver em acordo com esta mesma lei. O mesmo pode ser dito em relação às leis humanas. A sociedade não necessita de nenhuma proteção contra os que ostentam estas qualidades: o amor, a paz, a bondade, a mansidão, o domínio próprio; mas frequentemente necessita ser protegida contra aqueles que manifestam as obras da carne: prostituição, lascívia, inimizades, ciúmes, iras, invejas, bebedices, e coisas semelhantes.29

Devemos, portanto, entregar a Deus o domínio de nossa vontade e pedir que Ele nos conceda este poder, o poder sobre nós mesmos, o poder de dizer “não” ao pecado e ao mal. Deixemos o Espírito de Deus operar em nossa vida e apreciemos e cultivemos a virtude do domínio próprio.


Referências bibliográficas

  1. H. Baltensweiler, “Domínio próprio, Sensatez, Prudência”, Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento, 4 Vols., editado por Colin Brown, traduzido por Gordon Chown (São Paulo: Vida Nova, 1985), 1:682-683; D. H. Tougue, “Domínio próprio, Temperança”, O novo dicionário da Bíblia, 3 vols., editado por J. D. Douglas (São Paulo: Vida Nova, 1966), 1:443.
  2. John William MacGorman, “Gálatas”, Comentário bíblico Broadman, 12 vols., editado por Clifton J. Allen e traduzido por Adiel Almeida de Oliveira (Rio de Janeiro: JUERP, 1985), 11:150.
  3. Ver Baltensweiler, 1:683.
  4. Russell Norman Champlin e João Marques Bentes, eds., “Autocontrole”, Enciclopédia de Bíblia, teologia e filosofia, 6 vols., 3ª ed. (São Paulo: Candeia, 1995), 1:396.
  5. Ver Baltensweiler, 1:683; Tougue, 1:443.
  6. Baltensweiler, 1:684.
  7. Gary L. Thomas, As virtudes cristãs (Rio de Janeiro: Textus, 2003), 15.
  8. John R. W. Stott, As epístolas de João: Introdução e comentário (S. Paulo: Edições Vida Nova e Editora Mundo Cristão, 1985), 110.
  9. Edward A. Mc Dowell, Comentário bíblico Broadman, 12 vols., editado por Clifton J. Allen e traduzido por Adiel Almeida de Oliveira (Rio de Janeiro: JUERP, 1985), 247.
  10. Emilson dos Reis, “As marcas de um cristão”, Revista Adventista, Fevereiro de 2000, 12.
  11. Ver argumento completo em Emilson dos Reis, Como preparar e apresentar sermões, 2ª ed. (Tatuí:Casa Publicadora Brasileira, 2004), 80-88.
  12. Ellen G. White, Mente, Caráter e Personalidade, 2 Vols., 3ª ed. (Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1996), 2:685.
  13. Ibid.
  14. Ibid., 1:100 e 2:406.
  15. Alberto Montalvão, Psicologia, Biblioteca de Ciências Exatas e Humanas, Vol. 2 (São Paulo: Novo Brasil Editora Ltda., 1982), 201.
  16. White, 2:685. 
  17. Montalvão, 202.  
  18. Ibid., 193.
  19. Ibid., 202. 
  20. Ibid.
  21. White, 2:683.
  22. Ibid., 2:692.
  23. Ibid., 2:694.
  24. Ibid., 2:686.
  25. Ibid., 2:691.
  26. Ibid., 2:692.
  27. Ibid., 2:693.
  28. Ver idem, Obreiros Evangélicos, 4ª ed. (Santo André, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 1969), 275.
  29. MacGorman, 150.

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Lição da Semana

Lição 10 – Domínio Próprio

Publicado em 02 March 2010

Lição 10
27 de fevereiro a 6 de março

Domínio próprio

Lição 1012010


Sábado à tarde

Ano Bíblico: Dt 8–10

 

VERSO PARA MEMORIZAR: “Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1 Coríntios 9:27).

Leituras para esta semana: Jz 13-16; 1Co 9:24-27; Fp 4:8; Cl 3:1-10; Hb 12:1, 2; 1Jo 2:15, 16

Embora mencionado por Paulo em último lugar em Gálatas 5:22, 23, o “domínio próprio” (às vezes traduzido por temperança) seguramente não é o menor dos frutos do Espírito. Poderia facilmente ser o primeiro, porque desempenha um papel importante no amadurecimento de outros frutos espirituais. Pode-se dizer que o domínio próprio é a cola que mantém juntas todas as outras qualidades. Como outros frutos do Espírito, o domínio próprio é um dom da graça. Tem sido chamado de “graça disciplinada: graça porque é livre, disciplinada porque existe algo para fazermos.

O domínio próprio pode soar negativo, mas é parte integral da graça. Se não nos controlarmos – nossos sentimentos, nosso apetite, nossos impulsos – eles nos controlarão. Assim, ou é o domínio próprio colocado sob a graça e o poder do Espírito Santo ou ele será controlado por alguém ou alguma outra coisa. Em última instância, nós decidimos.


Domingo

Ano Bíblico: Dt 11–13

O paradoxo do domínio próprio (Fp 2:12, 13)

Alguns sinônimos do domínio próprio são autodisciplina, força mental e força de vontade. Esse fruto do Espírito vai muito além de simplesmente refrear os cristãos para não fazerem o que é proibido mas inclui nos habilitar para fazer o que é bom.

1. Contra que três pecados nos previne 1 João 2:15, 16? Como se manifestam em nossa vida se não formos cuidadosos?

2. Filipenses 4:8 menciona quais devem ser os enfoques da vida cristã. Quais são eles, e como podem nos proteger dos perigos mencionados em 1 João 2:15, 16?

Obviamente, existem regras na vida cristã. Existe uma constante luta contra o próprio eu, contra a carne, contra os caminhos do mundo. Paulo descreve esse dilema em Romanos 7:15-18, quando fala sobre a luta entre o que ele sabe que devia fazer e o que era tentado a fazer. Porém, em Romanos 8:1, ele nos dá a resposta: “Portanto, agora, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito” (RC).

Ele está falando de andar no Espírito. Por si mesma, uma vida sem o Espírito é incapaz de desenvolver o fruto do Espírito. Embora tenhamos a disposição, Paulo fala por todos nós quando diz que não temos o poder. A resposta para o dilema de Romanos 7 não é quando podemos vencer, mas como. E o como é encontrado pela fé em Jesus. Quando nos rendemos a Jesus, reivindicamos Sua justiça, e não mais somos condenados. Quando nos rendemos a Ele e decidimos andar no Espírito, escolhemos seguir Sua vontade, reivindicando Suas promessas de vitória. A chave é nos apegarmos às promessas; é daqui que vem o poder. Não podemos fazer isso sozinhos. Temos que fazer a escolha consciente de vencer em Seu nome. A luta é tanto vertical (erguendo-nos em fé) como horizontal (batalhando contra os clamores da carne). Precisamos fazer as duas coisas.


Segunda

Ano Bíblico: Dt 14–17

José e os resultados imediatos da justiça

Traído por sua própria família, vendido como escravo, José tinha motivos muito bons para duvidar do amor e cuidado (e até da existência) do Deus sobre quem ele havia sido ensinado desde a infância. Mas não foi isso que ele fez.

3. Qual foi o segredo da vitória de José? Gn 39:7-20

4. Como José foi “recompensado” pela recusa em se submeter à tentação? Gn 39:20. Ele foi acusado falsamente e lançado na prisão. É isso o que se consegue por ser fiel?

Este é um ponto importante a lembrar. Podemos esperar que nossa determinação de fazer o que é certo, não importando o custo, signifique que tudo dará certo para nós a curto prazo? Que dizer de quem perdeu o emprego, o cônjuge, a família e até a vida porque se recusou a ceder ao pecado? Temos exemplos assim na Bíblia, e talvez você conheça pessoas que passaram por algo semelhante. Ou, talvez, você mesmo tenha passado por isso. No fim, suponha que José tivesse passado o restante da vida apodrecendo na prisão. O que ele fez ainda teria sido certo?

5. Qual é a verdadeira recompensa por vivermos de acordo com a vontade de Deus? Gl 6:8


Terça

Ano Bíblico: Dt 18–20

Sansão e os frutos do fracasso

Em Juízes 13–16, a Bíblia nos dá a história de Sansão. Tanto quanto o tempo permitir, leia essa história, tendo em mente a ideia do domínio próprio e temperança. Neste exemplo de Sansão, existem lições bastante poderosas que podemos aprender. Foi trágico que alguém com tantos dons e tantas promessas fosse desviado tão facilmente.

“Em seu perigo, Sansão tinha a mesma fonte de força que tinha José. Ele podia escolher fazer o que era direito ou o errado como lhe agradasse. Mas, em vez de se apegar à força de Deus, ele permitiu que as paixões selvagens de sua natureza tivessem pleno controle. Os poderes da razão foram pervertidos, a moralidade, corrompida. Deus havia chamado Sansão para uma posição de grande responsabilidade, honra e utilidade; mas ele precisava aprender a governar aprendendo primeiramente a obedecer às leis de Deus. José era um agente moral livre. O bem e o mal estavam diante dele. Ele podia escolher o caminho da pureza, santidade e honra, ou o caminho da imoralidade e degradação. Ele escolheu o certo, e Deus o aprovou. Sansão, sob tentações semelhantes, trazidas sobre si por ele mesmo, deu rédeas soltas à paixão. O caminho em que ele entrou, ele verificou que terminava em vergonha, desastre e morte. Que contraste com a história de José!” (Ellen G. White, The SDA Bible Commentary, v. 2, p. 1007).

6. Considerando o que sabemos sobre Sansão, que importante mensagem e advertência encontramos a seu respeito? Jz 13:24, 25

Apesar de sua grande promessa, Sansão permitiu que suas paixões e lascívia vencessem todo o bem. Quem não sofreu com a realidade desse conflito? O grande conflito não é só um símbolo; descreve a batalha entre Cristo e Satanás que é travada, não apenas como um conflito cósmico nos céus, mas igualmente em todo ser humano. Embora Cristo haja aberto o caminho para todos compartilharem Sua vitória, a batalha pelo nosso coração e nossa carne está sendo travada, realmente, em nosso coração e nossa carne. Certo, Cristo venceu tudo por nós. Mas temos que escolher reivindicar Sua vitória a todo tempo e, pelas escolhas que fazemos, decidir por um lado ou outro no grande conflito.

Você está experimentando a realidade do grande conflito em seu próprio coração e carne? Que escolhas você está fazendo? O que essas escolhas lhe dizem a respeito de qual lado você realmente está?

Quarta

Ano Bíblico: Dt 21–23

A longa corrida de Paulo

“Vocês não sabem que de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio. Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre. Sendo assim, não corro como quem corre sem alvo, e não luto como quem esmurra o ar. Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, depois de ter pregado aos outros, eu mesmo não venha a ser reprovado” (1Co 9:24-27, NVI).

Leia cuidadosamente e em oração estas palavras de Paulo aos coríntios. Note quanto ele fala de si mesmo e suas lutas. Devemos achar conforto em ver que até mesmo um cristão fiel como Paulo, um dos verdadeiros gigantes da fé, tinha que lutar contra o eu, o pecado e a carne. Não estamos sozinhos em nossa batalha. O Céu vai estar cheio de pessoas que conheceram os clamores da carne.

A partir dos textos acima, responda às perguntas a seguir:

7. Que analogia (comparação) Paulo usa para nos ajudar a entender a batalha contra o eu e o pecado com que todos nós combatemos? Quais são as diferenças importantes entre a analogia e a realidade a que ele está se referindo?

8. Que confiança tinha Paulo a respeito da corrida em que estava? De onde vinha sua confiança? Por que devemos ter a mesma confiança?

9. Embora Paulo mostrasse confiança, ele também estava ciente da possibilidade do fracasso. Como ele descreveu isso, e qual foi sua solução? Como a resposta de Paulo se enquadra com o tema desta semana?


Quinta

Ano Bíblico: Dt 24–25

Como crescer em domínio próprio

10. Em outra ocasião, Paulo novamente se referiu à analogia da corrida que vimos anteriormente. Quais são alguns dos “pesos” que estão atrasando sua corrida? Hb 12:1

11. Que regras para viver em santidade Paulo nos aconselha a seguir? Cl 3:1-10. Como você pode aplicar essas regras à sua própria vida a fim de conseguir a vitória sobre o pecado que tão facilmente nos embaraça?

Toda habilidade precisa ser praticada. O domínio próprio não vem em um só dia. Vem mediante ganhos e perdas, sucessos e fracassos, conforme tentamos praticá-lo dia após dia. “Combate o bom combate da fé” (1Tm 6:12); “Não que eu o tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus” (Fp 3:12).

Não se ponha constantemente você mesmo em lugares em que suas fraquezas sejam testadas, onde suas energias mais difíceis de controlar estejam na linha de tiro da tentação. Devemos evitar até mesmo a aparência do mal (1Ts 5:22). “Revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne” (Rm 13:14, NVI).

Quais são algumas áreas de sua vida em que o domínio próprio é mais deficiente? Por que às vezes é mais fácil obter a “vitória” sobre a sobremesa do que obter vitória sobre um espírito de amargura e ressentimento? Que mudanças você pode fazer para ter mais domínio próprio?

Sexta

Ano Bíblico: Dt 26–28

Estudo adicional

Leia Ellen G. White Patriarcas e Profetas, p. 560-568: “Sansão”.

“A promessa divina a Manoá foi cumprida no tempo devido com o nascimento de um filho, a quem foi dado o nome de Sansão. Crescendo o rapaz, tornou-se evidente que possuía extraordinária força física. Conforme Sansão e seus pais bem sabiam, entretanto, isto não dependia de seus compactos músculos, mas sim de sua condição de nazireu, de que o seu cabelo não cortado era símbolo. Houvesse Sansão obedecido às ordens divinas tão fielmente como fizeram seus pais, e seu destino teria sido mais nobre e mais feliz. Mas a associação com os idólatras o corrompeu. Achando-se a cidade de Zorá próxima do território dos filisteus, Sansão veio a travar relações amistosas com eles. Assim, em sua mocidade surgiram camaradagens cuja influência lhe obscureceu toda a vida. Uma jovem que habitava na cidade filisteia de Timnate conquistou as afeições de Sansão, e ele decidiu fazer dela sua esposa. A seus pais tementes a Deus, que se esforçavam por dissuadi-lo de seu propósito, sua única resposta era: ‘Ela agrada aos meus olhos’ (Jz 14:3). Os pais finalmente cederam aos seus desejos, e realizou-se o casamento” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 562).

Perguntas para consideração

1. Como o domínio próprio pode se tornar um meio de fanatismo? Como podemos evitar o perigo de fazer do domínio próprio uma forma de legalismo?

2. Você conhece alguém que esteja sofrendo por causa dos princípios; isto é, quando foi tentado, ele demonstrou domínio próprio como José, e agora está sofrendo algumas consequências difíceis? Como você pode, como classe ou pessoalmente, ajudar essa pessoa a superar esse tempo difícil?

Respostas sugestivas:

Pergunta 1: A cobiça da carne, a cobiça dos olhos e o orgulho.
Pergunta 2: Verdade, respeito, justiça, pureza, amabilidade, honradez.
Pergunta 3: Ter em mente que vivia na presença de Deus.
Pergunta 4: A recompensa pela fidelidade aos homens e a Deus se recebe mesmo nesta vida e, mais ainda, na futura.
Pergunta 5: A vida eterna.
Pergunta 6: Deus o estava preparando para livrar Israel, mas ele precisava fazer sua parte.
Pergunta 7: Ele compara a vida cristã a uma competição em que todos os que alcançam o fim recebem o prêmio.
Pergunta 8: Receber a coroa da vitória. De Deus.
Pergunta 9: Compara com a constante submissão do próprio corpo às virtudes espirituais.
Pergunta 10: Resposta pessoal.
Pergunta 11: Submissão à vontade e aos planos de Deus, abandonando tudo aquilo que nos impeça de alcançar a vitória.


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Lição da Semana

Novos Horários

Publicado em 26 February 2010

A partir de março o Lições da Bíblia tem novos horários na TV Novo Tempo.

Fique atento para as mudanças: DOM 18h00, SEG 23h00, TER 6h00, QUA 12h00, QUI 15h00, SEX 2h30 e 21h00, SAB 8h00

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Lição da Semana

Próximo tema: Saúde e Cura

Publicado em 26 February 2010

blog1Nos meses de Abril, Maio e Junho vamos estudar um novo tema: Saúde e Cura.

Serão 3 meses nos aprofundando nos detalhes da criação de Deus, nos planos que Ele tem para o nosso bem-estar e como as orientações deixadas na Bíblia podem nos ajudar a viver melhor nesse mundo de pecado enquanto aguardamos a volta de Jesus.

 

blog2Esse novo estudo começa com uma novidade. Um novo cenário, mais espaçoso e mais moderno. E pra você que é companheiro do nosso blog, um vislumbre do que será nossa nova temporada.

Não esqueça dos novos horários do programa a partir de março:
DOM 18h00, SEG 23h00, TER 6h00, QUA 12h00, QUI 15h00, SEX 2h30 e 21h00, SAB 8h00

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Lição da Semana

Lição 8 – Fidelidade

Publicado em 19 February 2010

Lição 8 13 a 20 de fevereiro

Fidelidade

Sábado à tarde Ano Bíblico: Nm 7, 8

VERSO PARA MEMORIZAR: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos” (Gálatas 6:9).

Leituras para esta semana: Mt 25:1-13; Lc 16:10; 1Ts 5:23, 24; 2Tm 3:1-5; Hb 11

O fruto do Espírito conhecido como fidelidade fala de persistência, firmeza de propósito, especialmente quando o caminho é árduo.

Fidelidade inclui firme lealdade, submissão inabalável; persistência, sugere liberdade da incerteza; firmeza envolve tal submissão aos princípios ou propósitos que não sejam abandonados, e resolução que destaca determinação sem vacilar.

No entanto, “fé” e “fidelidade” embora estejam bem próximas, não são a mesma coisa. A fé é aquele poder indefinível, dom de Deus, pelo qual podemos crer em uma realidade que ainda permanece invisível. “Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem” (Hb 11:1). Fidelidade, em contraste, é o funcionamento desse sistema de crenças interiores. Quando temos fé em Deus, agimos com fidelidade. Os atos de fidelidade são a demonstração de nossa fé e as linhas que dão coesão ao nosso sistema de crenças e comportamento.

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Domingo Ano Bíblico: Nm 9–11

Deus é fiel

“Ó Senhor, Deus dos Exércitos, quem é poderoso como Tu és, Senhor, com a Tua fidelidade ao redor de Ti?!” (Sl 89:8).

Como com todos os frutos do Espírito, o próprio Deus é o modelo que devemos estudar como exemplo de fidelidade. Deus é tão fiel agora quanto foi três trilhões de anos antes de criar a Terra. Ele será igualmente fiel três trilhões de anos no futuro como foi quando estabeleceu Seus decretos na eternidade passada. Nada O intimidará nem alterará Seu curso.

Note alguns dos atributos da fidelidade de Deus:

•A fidelidade de Deus é de grande alcance em sua extensão – “Chega até os céus, até as nuvens, a Tua fidelidade” (Sl 36:5).
•A fidelidade de Deus é certa – “Jamais retirarei dele a Minha bondade, nem desmentirei a Minha fidelidade” (Sl 89:33).
•A fidelidade de Deus é grande – “Grande é a Tua fidelidade” (Lm 3:23).
•A fidelidade de Deus é estabelecida no Céu – “Pois disse eu: a benignidade está fundada para sempre; a Tua fidelidade, Tu a confirmarás nos Céus” (Sl 89:2).
1. Identifique as bênçãos que nos vêm como resultado da fidelidade de Deus:

a. 1Co 10:13 b. 1Ts 5:23, 24 c. 2Ts 3:3 d. Hb 10:23

Por que a fidelidade de Deus é tão importante para a vida do cristão? Tente se lembrar de uma ocasião em sua vida em que a certeza de que Deus é fiel o ajudou a passar por uma crise. Em uma base diária, qual das bênçãos da fidelidade de Deus mencionadas acima é de maior ajuda para você?

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Segunda Ano Bíblico: Nm 12–14

Falta de fé: sinal do fim

2. Qual era a convicção de Jesus, expressa em Sua pergunta de Lucas 18:8?

O apóstolo Paulo escreve que “os homens perversos e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados” (2Tm 3:13). Hoje, as pessoas são semelhantes ao que eram quando Moisés escreveu o Pentateuco ou Paulo, suas epístolas. No entanto, pode-se dizer que nossa sociedade de hoje torna mais fácil pecar. Em outras palavras, nosso ambiente se torna cada vez mais acessível ao pecado, e nossa natureza humana caída se aproveita naturalmente disso. O egocentrismo é promovido constantemente. A publicidade insiste constantemente, em que devemos satisfazer a nós mesmos: por que esperar, por que negar a nós mesmos, por que nos sacrificar, por que não ir avante com a multidão? Ouvimos constantemente: “Agrade a si mesmo: você merece” ou semelhantes.

3. Qual é a primeira característica dos últimos tempos? 2Tm 3:1-5. Onde encontramos essa característica tão publicamente exposta hoje?

Muito embora não possamos dizer que esta geração seja a primeira a ser egoísta, é sem igual no sentido de que o egoísmo é realmente recomendado. “Procure ser o número um”, “primeiramente, ame a si mesmo”, é o lema popular. O egoísmo desovou outro fenômeno: a irresponsabilidade. Esta geração bem poderia ser a descrita em Provérbios: “Há daqueles que amaldiçoam a seu pai e que não bendizem a sua mãe. Há daqueles que são puros aos próprios olhos e que jamais foram lavados da sua imundícia” (Pv 30:11, 12). Parece que tudo que há de errado com todos é agora colocado aos pés de outra pessoa, mais frequentemente, os pais.

Como os meios de comunicação de massa contribuíram para a infidelidade, mesmo entre os membros da igreja? Seja honesto consigo mesmo: Como isso afetou seu pensamento? Tente dar um passo atrás e pergunte a si mesmo: Como as coisas que leio, assisto e ouço estão afetando negativamente minha fidelidade para com Deus?

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Terça Ano Bíblico: Nm 15, 16

Modelos de fidelidade (Hebreus 11)

4. Leia em Hebreus 11, a lista de personagens que são exemplos de fidelidade. Escolha três personagens e escreva como se revelou a fidelidade deles, mesmo em meio a lutas, provações e tentações. Isto é, o que eles fizeram para revelar fidelidade? Ao mesmo tempo, quais foram suas lutas, suas provações e tentações? Embora as circunstâncias hoje sejam diferentes, os princípios envolvidos são os mesmos para nós como eram para os personagens em Hebreus?

Pense como teria sido fácil para algumas dessas pessoas desanimar. Pense em José na prisão ou Sara esperando, esperando e esperando o filho prometido, ou Moisés, tentado pela riqueza de um reino em lugar de “ser maltratado junto com o povo de Deus” (v. 25). Às vezes, tendemos a olhar para essas pessoas como se fossem maiores que a vida, talvez super-homens, mas eles eram tão reais quanto nós, tão propensos a pecar, igualmente propensos a questionar, temer e cair. Apesar de todas essas fraquezas e enganos, porém, eles mostraram fidelidade, agiram pela fé que professavam e foram usados por Deus para fazer coisas notáveis.

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Quarta Ano Bíblico: Nm 17–19

Fidelidade na vida diária

5. Quem é fiel no pouco também é fiel no muito; e quem é injusto no pouco também é injusto no muito” (Lc 16:10). Como esse princípio se manifesta em sua vida? Afinal, se não somos fiéis nas pequenas coisas, por que acharíamos que seríamos fiéis nas maiores?

“A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no seu íntimo sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Ellen G. White, Educação, p. 57).

As palavras seguintes são alguns dos componentes de fidelidade:

Confiança – Significa que as pessoas podem contar com você. Qual foi a última vez em que alguém o desapontou? Você se lembra de como se sentiu? Se você não é de confiança, o que isso revela sobre seu caráter?

Honestidade – Veracidade. Quer dizer que você não vai mentir, enganar nem roubar. A honestidade é uma peça fundamental em um caráter forte e deve estar em ação todos os dias de nossa vida.

Integridade – É como um código de honra. Se tem integridade, você vive mediante certos valores e convicções. Também significa que você respeita os valores e as convicções de outros. A integridade é também uma das peças fundamentais da edificação do caráter.

Lealdade – É dedicação. Significa manter-se ao lado de alguém, mesmo quando os tempos ficam difíceis. A lealdade é parte importante da amizade. Mas lealdade inclui fazer algo errado a pedido de um amigo? A lealdade tem limites? Como alguém pode levar uma boa coisa – a lealdade – longe demais?

Examine mais atentamente esses elementos. Como você está nessas diferentes categorias? Onde você pode melhorar? Que mudanças você precisa fazer a fim de ser mais fiel ao que sabe ser direito? Como você pode fazer as mudanças necessárias?

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Quinta Ano Bíblico: Nm 20, 21

Fiel até o fim

Pode ser que estejamos sofrendo outro grande desapontamento? Não que tenhamos fixado outra data para a vinda de Jesus, mas algo igualmente real, embora mais sutil: ênfase diminuída sobre a segunda vinda, por nenhuma outra razão senão que esperávamos que já tivesse acontecido.
6. Leia Mateus 25:1-13. Note que todas as virgens que estavam esperando o noivo foram dormir. Quando, finalmente, o noivo chegou e todas acordaram, era muito tarde para cinco delas. Como nós, no século 21, podemos estar em perigo de fazer a mesma coisa?

7. Leia Mateus 24:44-50. Note como o servo mau muda de estilo de vida quando se convence de que seu mestre não vai voltar tão cedo quanto esperava. Qual é a mensagem para nós, que sentimos haver uma demora na vinda de Jesus?

As coisas não aconteceram como esperávamos, mas vamos tirar conforto da promessa em Gálatas 6:9: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos”.

A questão que preocupa o povo de Deus no século 21 não é “Será que Deus é fiel?” Já devemos saber que Ele é fiel a tudo o que prometeu. A pergunta crucial é: “Serei eu fiel até o fim?”

De muitas formas, a resposta à pergunta sobre o futuro (“Serei eu fiel até o fim?”) pode ser achada no presente. Qual é a tendência básica de sua vida espiritual agora? Você está diariamente dedicando-se ao Senhor, crescendo em graça e fidelidade, ou está lentamente, pouco a pouco, afrouxando os esforços, cada vez mais acostumado com o mundo e seus caminhos?

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Sexta Ano Bíblico: Nm 22–24

Estudo adicional

“Mas, como as estrelas no vasto circuito de sua indicada órbita, os desígnios de Deus não conhecem adiantamento nem tardança. Mediante os símbolos da grande escuridão e do forno fumegante, Deus revelara a Abraão a servidão de Israel no Egito, e declarara que o tempo de sua peregrinação seria de quatrocentos anos. ‘Sairão depois com grandes riquezas’ (Gn 15:14). Contra essa palavra, todo o poder do orgulhoso império de Faraó batalhou em vão. ‘Naquele mesmo dia’, indicado na promessa divina, ‘todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito’ (Êx 12:41). Assim, nos divinos conselhos fora determinada a hora da vinda de Cristo. Quando o grande relógio do tempo indicou aquela hora, Jesus nasceu em Belém” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 32, ênfase provida).

Perguntas para consideração

1. Quais são alguns dos desafios para os que desejam ser fiéis a Jesus? Como podemos enfrentar esses desafios? Como podemos nos ajudar uns aos outros nessa luta?
2. Pense nas coisas que você leu, assistiu, ou ouviu nas últimas vinte e quatro horas. Foram do tipo de coisas que podem aumentar sua fé, ou foram coisas que macularam sua mente? Quais são as implicações de sua resposta?
3. Veja a questão da lealdade. Em que contextos a lealdade é boa? É sempre boa? Quando a lealdade a alguém pode nos levar a ser desleais a Deus?
4. De que modos práticos podemos manter viva em nossas igrejas e em nossos lares a realidade da segunda vinda? É verdade: quanto mais demora, mais e mais fácil se torna esquecer tudo e cair em maus hábitos e padrões de pensamento. Como podemos infundir, especialmente nos que estão na igreja há muito tempo, a importância de manter ardorosamente diante de nós a realidade e a promessa da segunda vinda?

Respostas sugestivas:

Pergunta 1: a. Não permite que sejamos tentados acima de nossas forças. b. Nos mantém íntegros. c. Nos guarda do Maligno. d. Cumpre Suas promessas.
Pergunta 2: A tendência humana é para a degradação. Nos últimos tempos, Jesus predisse que a fidelidade humana seria escassa.
Pergunta 3: A predominância do pecado.
Pergunta 4: Escolha pessoal.
Pergunta 5: Resposta pessoal.
Pergunta 6: Deixando-nos encantar pelas atrações deste mundo.
Pergunta 7: Seu verdadeiro caráter se manifestou. A demora da volta de Jesus pode nos fazer perder a fé.

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Lição 8 – Comentário Prof. Sikberto Marques

Publicado em 19 February 2010

Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Primeiro Trimestre de 2010
Tema geral do trimestre: O Fruto do ESPÍRITO
Estudo nº 08 – O fruto do Espírito é: fidelidade
Semana de 13 a 20/02/2010
Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (RS)
Este comentário é meramente complementar ao estudo da lição original
www.cristovoltara.com.br – marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868
Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

“…eles não são do mundo como também Eu não Sou” (João, 17:14)

Verso para memorizar: “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos” (Gál. 6:9).

1. Introd. – “Bem aventurado o homem que … se guarda de profanar o sábado” (Isa. 56:2)
O que é fidelidade?
O dicionário Michaelis diz:
1 Qualidade de quem é fiel; lealdade. 2 Semelhança entre o original e a cópia. 3 A-feição constante: A fidelidade do cão. 4 Probidade. 5 Exatidão, pontualidade.
O dicionário Aurélio online diz:
Exatidão em cumprir suas obrigações, em executar suas promessas: jurar fidelidade. Afeição e lealdade constante: fidelidade de um amigo. Obrigação recíproca dos esposos de não cometer adultério. Exatidão, semelhança: fidelidade de uma narração. Lealdade; pro-bidade.
Vamos resumir as definições de fidelidade acima, considerando que se trata de as-sunto religioso, como sendo: “impressionante semelhança a JESUS”. Isso para nós, cris-tãos, deve ser fidelidade. As pessoas devem ver em nós essa característica, somos mesmo, não apenas irmãos de JESUS, somos mais que irmãos, somos irmãos gêmeos d’Ele, no ca-ráter. Temos a mesma genética espiritual d’Ele, isso quer dizer, temos o mesmo Pai celeste, portanto nos comportamos como Ele e nos parecemos tanto com Ele que podemos ser con-fundidos com Ele. Somos um com Ele. Isso é fidelidade, um modo natural de viver como JESUS, nosso irmão espiritual vive.
A essa altura de nossas reflexões, precisamos introduzir aqui outra palavra. É fide-dignidade. O que ela quer dizer? O dicionário Michaelis diz que é algo “Que é digno de fé, que merece crédito”. As outras pessoas, e mesmo nossos irmãos, nos vendo, devem dizer assim: ‘neste se pode crer’, ou ‘ nesta se pode crer’. É uma pessoa íntegra. E o que é inte-gridade? Esse mesmo dicionário diz que é: “1 Qualidade do que é íntegro. 2 Inteireza mo-ral, retidão, honestidade. 3 Imparcialidade. 4 Inocência. 5 Virgindade. Resumindo: “pureza de pensamentos e de atos”.
Sim, atos, ou obras que se originam de pensamentos puros, que são moldados pelos mais nobres interesses do amor, que se foca no próximo, não no eu. Quem é fiel a CRISTO, pratica boas obras, à semelhança d’Ele, que é Seu Mestre.
Mas, como debate a lição, não confundir fidelidade com fé. A fidelidade, como a-gora facilmente podemos ver, é o reflexo da fé em nós, é o que ela produz em nossa vida. Ou seja, fé recebemos de DEUS porque decidimos amá-Lo, e a fidelidade é a nossa decisão de sermos como Ele é. Pois bem, as obras, os atos, portanto, serão correspon-dentes ao que cremos (fé) e ao que somos (fiéis). Portanto, pela fé somos transformados em pessoas fiéis, isto é, dignas de confiança (fidedignidade). Assim são os cristãos que serão salvos. Se ainda não são, ao menos estão no caminho de serem assim, crescendo pela transformação da graça de CRISTO, por meio de Seu ESPÍRITO. Ou seja, são pessoas san-tas, diferentes do mundo, semelhantes às pessoas não caídas, semelhantes a JESUS.

2. Primeiro dia: DEUS é fiel
DEUS é o nosso modelo. Por quê? Simples, por dois motivos: Ele nos criou e Ele nos redimiu. Ele nos fez à Sua semelhança, e, em JESUS, Ele, o Pai, por meio do ES-PÍRITO SANTO, nos transforma ao que seríamos se nunca houvéssemos pecado. Ele nos transforma ao estado original que teríamos se o pecado não tivesse ocorrido. No Uni-verso só Ele, Criador, sabe qual é este estado, portanto, ou confiamos n’Ele para nos trans-formar, ou ninguém mais de todas as criaturas que existem pode fazer isto, e estamos per-didos. Veja só a nossa situação, nem nós conhecemos o que seríamos se estivéssemos na condição original. Nem nós!!! E o pior é o seguinte: se nós soubéssemos, o que poderíamos fazer? Nada; quem aqui é capaz de mudar a sua natureza? Veja bem isto, quem é capaz de mudar a sua natureza para um caráter que ele nem sabe como deve ser?! Quem? Ou DEUS faz isto, ou estamos perdidos. Ele, O Fiel DEUS pode fazer isto, e Ele quer fazer. Alguns homens no passado atestaram a fidelidade de DEUS para com os homens. Jó foi um deles, e disse assim: “Eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia” (II Tim. 1:12).
A lição destaca algumas bênçãos advindas da fidelidade de DEUS. Ele é tão fiel co-nosco que, embora não deva nos colocar numa redoma (recipiente de proteção total) nessa guerra injusta, Ele garante que todas as tentações que nos sobrevieram, nenhuma delas serão tão grande que não possamos suportar e vencer. Ou seja, se a tentação foi insuportável, Ele mandará poder extra.
Assim, permaneceremos íntegros, inteiros, cristãos completos (os que são completos, ou, que são fiéis por inteiro). Seremos protegidos dos ataques de satanás. Esses ataques ocorrerão, e eles nos atingirão, mas não nos destruirão espiritualmente, embora DEUS mui-tas vezes permita que sejamos atingidos e até destruídos fisicamente. Eles podem fazer com que percamos nosso emprego, nossa casa, até a nossa vida física, mas não nos tirarão a vida eterna. Pois Ele cumpre o que prometeu, afinal, DEUS é fiel. Se tão somente crermos na fidelidade d’Ele, e se, portanto, nossas obras corresponderem a essa fé, uma coisa é certa, teremos a vida eterna, conforme é a promessa.
Assim como DEUS é, Ele quer que sejamos também. EGW define como é o cristão fiel a DEUS: “Quando a alma se rende inteiramente a Cristo, novo poder toma posse do coração. Opera-se uma mudança que o homem não pode absolutamente operar por si mesmo. É uma obra sobrenatural introduzindo um sobrenatural elemento na natureza humana. A alma que se rende a Cristo, torna-se Sua fortaleza, mantida por Ele num re-voltoso mundo, e é Seu desígnio que nenhuma autoridade seja aí conhecida senão a Sua. Uma alma assim guardada pelos seres celestes, é inexpugnável aos assaltos de Satanás. Mas a menos que nos entreguemos ao domínio de Cristo, seremos governados pelo maligno. Temos inevitavelmente de estar sob o domínio de um ou de outro dos dois grandes poderes em conflito pela supremacia do mundo. Não é necessário que escolhamos deliberadamente o serviço do reino das trevas para cair-lhe sob o poder. Basta negli-genciarmos fazer aliança com o reino da luz. Se não cooperarmos com os instrumentos celestes, Satanás tomará posse do coração e torná-lo-á morada sua. A única defesa contra o mal, é Cristo habitar no coração mediante a fé em Sua justiça. A menos que nos unamos vitalmente a Deus, nunca poderemos resistir aos não santificados efeitos do amor próprio, da condescendência com nós mesmos e da tentação para pecar. Podemos deixar muitos hábitos maus, podemos por tempos separar-nos de Satanás; mas sem uma ligação vital com Deus pela entrega de nós mesmos a Ele momento a momento, seremos ven-cidos. Sem conhecimento pessoal com Cristo e constante comunhão ficamos submetidos ao inimigo, e havemos afinal de fazer-lhe a vontade.” (Desejado de Todas as Nações, 324, grifos acrescentados)

3. Segunda-feira: Falta de fé: sinal do fim
“Levantam-se homens que julgam ter alguma coisa a criticar na Palavra de Deus. Eles a expõem diante de outros como prova de superior sabedoria. Esses homens são, mui-tos deles, inteligentes, instruídos, possuem eloqüência e talento, homens cuja vida toda é desassossegar espíritos quanto à inspiração das Escrituras. Influenciam muitos a ver segun-do eles próprios vêem. E a mesma obra é transmitida de um para outro, da mesma maneira que Satanás designou que fosse, até que possamos ver plenamente o sentido das palavras de Cristo: “Quando porém vier o Filho do homem, porventura achará fé na Terra?” Luc. 18:8.” (Mensagens Escolhidas, v1, 17). Estamos, mais que em todos os tempos anteriores, vivendo a ênfase do EU. A sociedade humana está se voltando a essa direção. “Eu posso”; “eu mereço”; “eu de preferência”; “eu sou o melhor”; “eu mais que os outros”, e assim por di-ante.
O egoísmo, ou exaltação do eu, até tornou-se um grande negócio. A indústria e o comércio desenvolveram no “eu” um grande mercado. E quando tudo se centra no “eu”, DEUS sai de nosso foco de atenção. A fé deixa de ter importância, pois quem confia no “eu posso” não precisa de fé, afinal, ele imagina depender só de si mesmo.
O que é o grande mercado do “eu”? Ontem ainda assistia um programa na Televisão sobre automóveis de luxo. Não me atrai, mas pensei, aí se pode aprender algo sobre a natu-reza do ser humano. Logo surgiu a pergunta: por que tanto luxo? Portas diferentes, motori-zadas e com comando remoto, que abrem para cima. Muito chique mas nada prático, pois em dia de chuva molha tanto o passageiro quanto o automóvel por dentro. E o coitado do ‘feliz” proprietário precisa pagar uns R$3.000.000,00 por essa relíquia, algo fantástico para atrair a atenção de ladrões. Esse automóvel, para mim, é uma sucata em relação ao que nossa família terá, bem logo, nas mansões celestiais, por enquanto indescritível. É só uma questão de tempo.
Durante os comerciais daquela programação, apareceu uma senhorita fazendo pro-paganda sobre a mulher moderna. Essa mulher precisa consumir uma quantidade de produ-tos da indústria de cosméticos, ou ela não é linda. Creio que os maridos, ao menos aqueles que desejam a vida eterna deles e da respectiva esposa, precisam se reciclar e entender a diferença entre uma “mulher produzida pelo homem” e uma “mulher criada por DEUS”. A verdadeira cosmética da beleza está na reforma da saúde. Porém, a indústria vende a idéia de beleza fácil e rápida, aplicada sobre um corpo mal cuidado, que se renova com 10 minu-tos diários de exercícios sem nenhum suor e quase nenhum esforço, com produtos vendidos, também pela indústria da vaidade.
Então, devemos ou não ser pessoas belas e atraentes? Claro que sim, mas ao natural, conforme o original, de modo completo, por meio de uma boa saúde e vivendo conforme a excelência dos princípios divinos. Sabe quanto custa viver assim? É o estilo de vida de me-nor custo que se pode encontrar, além de fornecer a felicidade interior por causa da espe-rança num futuro infinito.
Mas os homens deste século, mais do que em todos os tempos, valorizam só o “eu”. Analise o trecho bíblico de 2 Tim. 3:1-5: “Sabe, porém, isto: nos últimos dias sobrevirão tempos difíceis. Pois os homens serão egoístas, avarendos, jactansiosos, arrogantes, blas-femadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, calu-niadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, enfatuados, antes amigos dos prazeres que amigos de DEUS, tendo forma de piedade, negando-lhe, entre-tanto, o poder. Foge também destes.” Resumindo: “levar vantagem em tudo, para a satisfa-ção do “eu” e depreciação do próximo”.
Quem valoriza o “eu” mais que o bom equilíbrio, não precisa de DEUS, nem de fé em DEUS. Esse vive “de si para si mesmo”, e tudo o mais, para ele. A sociedade é para ele, a natureza é para ele, e tudo o que existe é para ele. Assim o mundo só pode mesmo “ir de mal a pior” (2 Tim. 3:13).

4. Terça-feira: Modelos de fidelidade (Heb. 11)
Podemos, e devemos, olhar para os grandes exemplos humanos do passado. O Maior de todos os exemplos foi JESUS. Mas outros seres humanos, imperfeitos, também nos servem de matéria de estudo para nosso crescimento na fé, na obediência e fidelidade a DEUS. Particularmente aprecio muito o profeta Elias. Ele era um homem poderoso para enfrentar situações criadas pelos políticos degenerados ao tomarem conta da nação. Aprecio esse homem porque ele também possuía as suas fraquezas, e isso me passa uma lição do tipo: se ele venceu péla fé, muito embora fosse um homem pecador, com as mesmas fraquezas que eu também tenho, do mesmo modo, portanto, posso vencer também.
Outro exemplo de personagem bíblico que me passa grande admiração foi Daniel, o homem fiel. Era um jovem, no final da adolescência quando foi raptado por um império opressor, e levado para todo tipo de tentação na opulência. Para a sua idade, preparado para a vida como foi, pois Daniel era um nobre, poderia galgar as alturas do poder no Império Babilônico. Ele poderia elaborar um plano, como, ‘me tornarei importante nesse império para assim libertar o meu povo.’ Mas não, em primeiro lugar ele foi fiel a DEUS, então DEUS o colocou nas alturas conforme a Sua vontade. Daniel, em vez de libertar o seu povo, profetizou sobre a libertação, no tempo por DEUS determinado, desse povo. Assim, sendo fiel, Daniel cumpriu a vontade de DEUS, não a dele mesmo.
José do Egito, vendido pelos irmãos, esse também teve oportunidade de subir às al-turas pelos caminhos dos homens. Na casa de Potifar ele poderia ter feito um acordo com a esposa deste homem, e pelos caminhos políticos (os caminhos do ponto de vista humano), sobressair-se aos demais. Mas este também preferiu o caminho da fidelidade a DEUS, e isto o levou a prisão. Mas da prisão, mantendo a fidelidade, ao sair, comandou o Egito, que o recebera como escravo e o havia aprisionado.
Da galeria da fé de Heb. 11 gosto de Abraão. Esse homem, em meio a idolatria rei-nante em seu tempo na terra de Hur, manteve-se tão fiel a DEUS que foi escolhido para ser a raiz de uma nação. Esse homem, com sua esposa, foi como um novo casal de Adão e Eva, para reiniciar um povo de DEUS nesse planeta, um povo exemplar.
Moises é outro caso. Escravo, foi educado por uma mulher na sabedoria do DEUS vivo. Aos 12 anos de idade foi levado para o palácio. Nessa idade mal se formara o caráter. Mas Moisés se manteve fiel. Em vez de abandonar seu povo, sua origem humilde de escra-vos socialmente inferiores, ele manteve-se ligado a essa origem. No palácio ele continuava sendo um israelita. Essa vinculação o levou a defender um irmão seu, pelo que teve que fugir, e abandonar uma carreira brilhante no maior império daqueles tempos. Foi no que deu a sua fidelidade ao povo de seu DEUS. Ele não se passou aos deuses do Egito. Mais tarde retornou ao Egito, agora como um escolhido de DEUS para derrotar o império do qual há 40 anos atrás fugira, e libertar o povo cujo irmão seu ele defendera naquela época.
O consolo para nós é que esses homens e mulheres que tinham grande fé eram pe-cadores como nós, mas venciam e enfrentavam tudo pela fé. Esse era o poder deles, eles criam em DEUS. Veja o que diz em Heb. 11:1 onde explica que fé é uma certeza, uma con-vicção do que se espera mas não se vê. Eles esperavam uma pátria superior (Heb. 11:16), uma cidade que tem fundamentos (Heb. 11:10). Eles olhavam para o futuro, o presente era para essas pessoas algo a ser superado, que passa e que não é interessante. Viam-se aqui como estrangeiros, e criam firmemente que o futuro lhes reservava, por meio de CRISTO, algo superior que valia a pena esperar. Essas pessoas, “da fraqueza tiraram forças” e se tor-naram “homens dos quais o mundo não era digno”, sim porque eles venceram, mesmo sendo pecadores, como é qualquer um de nós. Atente bem, a grande diferença entre os que se salvam não é em não serem pecadores, e sim, em entrega diária a DEUS para que Ele faça em nós a Sua vontade, e isso é um ato de fé. Manter-se nesse caminho é fidelidade.

5. Quarta-feira: Fidelidade na vida diária
Vamos hoje falar de princípios. Para adentrarmos nesse assunto, não poderia de re-produzir aqui o trecho de Ellen G. White que mais admiro, e que freqüentemente lei em sala de aula, e medito nele em casa. É a frase que mais me causa admiração em tudo o que já li na minha vida. “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (Educação, 57).
Como proceder para chegar a esse nível de cristianismo? Aí vem a segunda citação de EGW que mais aprecio: “Se buscardes o Senhor e vos converterdes cada dia; se, por vossa própria escolha espiritual, fordes livres e felizes em Deus; se, com satisfeito consen-timento do coração a Seu gracioso convite, vierdes e tomardes o jugo de Cristo – o jugo da obediência e do serviço – todas as vossas murmurações emudecerão, remover-se-ão todas as vossas dificuldades, todos os desconcertantes problemas que ora vos defrontam se resolve-rão” (O maior discurso de CRISTO, 101).
A regra é fácil, não é assim? Ou seja, todos os dias abrir mão de nosso maior inimi-go, que é o “eu”. A supervalorização do “eu” nos expõe ao que o mundo determina, e faz a diferença entre a vida e a morte eterna. O “eu” exagerado faz a diferença entre a fidelidade a DEUS ou a devoção ao “eu”, entre a humildade ou a vaidade. Daí por diante, o curso da história do indivíduo está definido: se valoriza demais o “eu”, mesmo pertencendo ao povo de DEUS, se perderá, pois na hora da provação, não olhará com fé para DEUS, e sim, procurará forças onde não tem, no “eu”. Aquele no entanto, que valoriza a DEUS mais que o “eu”, esse torna-se fiel em tudo o que se faz diariamente, nas pequenas coisas sob nossa responsabilidade.
Vamos a alguns exemplos dessas pequenas coisas diárias, que se nelas não formos fiéis, é porque o “eu” está nos controlando, e desenvolvemos cada vez mais fortemente uma vontade que nos domina, uma vontade de abastecer o “eu” em lugar de sermos fiéis a DEUS. Quais são essas pequenas coisas, que servem de diagnóstico de fidelidade ou infide-lidade a DEUS?
 No falar, dizer sempre a verdade, e nunca fazer humor depreciativo de outro;
 No ouvir e no ver, cuidar o que entra em nossa mente, para não poluir ela com coisas que irão depois controlar nossos pensamentos e atos;
 No agir, ser sempre honesto e leal aos princípios;
 Jamais piratear, fazer negócios ilícitos, sonegar, deixar de pagar, etc.
 Se prometeu algo, tem que cumprir, se não vai dar para cumprir, explique em tempo;
Esses são alguns pontos da vida diária que devemos ter em mente. Para concluir o comentário do dia de hoje, uma pergunta: mas fidelidade na vida diária a quê? Fácil de res-ponder: fidelidade a princípios bíblicos de vida. O princípio principal é o amor, e dele vem os demais princípios. Alguns deles, muito importantes, a lição destacou, como: confiança; honestidade; integridade e lealdade. Esses, sendo seguidos, já faz uma grande diferença na vida.

6. Quinta-feira: Fiel até o fim
Como podemos descrever esses dias em que vivemos, do ponto de vista profético? Façamo-lo baseados na parábola das dez virgens e do servo infiel. Das virgens, cinco esta-vam preparadas para uma demora maior do noivo, as outras só estavam preparadas caso ele viesse cedo. Esse é um ponto importante: até quanto tempo de espera estamos nos prepa-rando? Para pouco tempo ou para muito tempo? Precisamos nos preparar para esperar até o final dos dias de nossa vida.
O caso do servo infiel é parecido. Ele concluiu, acertadamente, que o seu senhor demoraria muito para retornar. Mas ele errou ao se fazer como um tirano na administração da propriedade de seu senhor. Até espancava os outros servos a ele confiados. Em lugar do verdadeiro senhor, ele tornou-se como se fosse um senhor a seu modo, do seu jeito, para fazer as coisas como ele desejava. Esse representa bem a satanás e seus agentes, que tentam dominar o povo de DEUS por meios de força.
O que há de comum nesses dois casos? Eles não souberam viver preparados du-rante o tempo mais longo de espera. As virgens não se prepararam por falta de material para uma longa espera, o servo infiel usurpou o posto de seu senhor. E aí temos que atentar para os nossos dias. É evidente que essa é uma de nossas maiores dificuldades, esperar com fidelidade até o dia do fechamento da porta da graça, ou o dia em que morrermos. Isso pode demorar tanto que a espera se torne um enfado, uma monotonia, e então as proposições do presente século se tornam atrativas, e nós, mesmo dentro da igreja, perde-mos a vida eterna.
Era uma vez uma família. O casal conheceu a verdade ainda noivos. Aceitaram com prazer, e se tornaram verdadeiros cristãos, zelosos na obediência aos princípios e equilibra-dos na vida espiritual. Participavam na igreja em muitas atividades, e a cada ano, por sua influência, algumas pessoas eram agregadas ao rol de membros.
Mas o tempo foi passando. Foram-se dez anos de casados, e tiveram um casal de fi-lhos, foram-se vinte anos de casados, e a vida lhes sorriu, e se enriqueceram. A fé já não era mais tão importante como antes. Tornou-se uma fé mecânica, algo aprendido em outros tempos, mas que agora já não fazia sentido. Os cultos matinais e vespertinos ainda se fazi-am, mas eram como bater ponto numa empresa, formais e sem poder enriquecedor do com-portamento espiritual. Eram cultos sem capacidade de mudar a vida. As coisas do mundo atraíam bastante, e muitas delas eram bem-vindas. Os filhos tinham tudo o que desejavam, desde jogos eletrônicos até diversões em circos e parques de brinquedos. Isso e muitas ou-tras coisas se tornaram mais importantes que a fé.
Passaram-se 30 anos. A família ainda estava ligada à igreja, mas apenas por laços sociais e de amizade, e algumas conveniências. Parece que desejavam duas cosias contradi-tórias, a salvação e ao mesmo tempo o mundo. E assim viviam na prática, um pouco na igreja, e cada vez mais no mundo. O filho e a filha se uniram com pessoas não da igreja, por uma união informal. Aliás, ela convive com outra mulher. Ainda assim, vez por outra apa-recem na igreja. Todos estão muito bem econômica e financeiramente. Mas quanto a fé, só resquícios de outros tempos.
Esse é mais ou menos o retrato de muitas situações em nosso meio. Pessoas que se afastaram da fé por diversos motivos. Algumas, porque se enriqueceram, outros, porque empobreceram, e tem os que enfrentaram outros problemas. Aliás, para se afastar da igreja, motivos é que não faltam. O afastamento é a fase inicial da sacudidura, ainda em tempo de retornar. Se você estiver sentindo algum dos sintomas de afastamento da igreja, tome uma atitude: reavive a sua fé antes que algo aconteça e a decisão pela vida eterna se torne tarde demais.

7. Aplicação do estudo – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
Quando JESUS volta? DEUS conhece a data. Ele tem, entre outros atributos, a onisciência, ou seja, conhece tanto o passado como o futuro. Isso é algo maravilhoso demais para compreendermos e explicarmos, mas Ele consegue saber o que ainda vai acontecer e quem estará envolvido.
Satanás, por sua vez, em relação ao futuro, trabalha tal como os homens, com a van-tagem de ter muito mais inteligência e conhecimento. Ele trabalha com probabilidades, e tem margem de erro em relação a previsões futuras. DEUS, em relação a previsões futuras não tem margem de erro. Essas previsões, vindas de DEUS, se chamam profecias, algo que me atrai intensamente ao estudo.
Há, portanto, uma data na mente de DEUS para a segunda vinda de CRISTO. E DEUS age segundo os Seus planos, Ele não reage aos planos de satanás, pois antes do ini-migo agir, DEUS já o sabia e já delineou o que fazer. Assim foi com a queda de Adão e Eva. Portanto, ninguém pega DEUS de surpresa, nem mesmo o Seu maior inimigo. Em relação aos planos de DEUS, de uma coisa podemos ter absoluta certeza: JESUS volta.
Mas nesses nossos dias, outra certeza podemos ter. O dia da volta de JESUS está próximo. Assim garantem as profecias, não uma ou duas, mas muitas. As condições profé-ticas estabelecidas para a volta de JESUS se tornaram realidade. Agora falta pouco, e esse não é tempo de vacilar na fidelidade ao que cremos. Agora não é tempo de sair da igreja, mas de nos firmarmos nela. Esse é um tempo em que já estamos assistindo as primeiras es-caramuças da batalha final. A guerra já está entrando fortemente na igreja. O inimigo, por meio de seus agentes, invade a igreja. Uma das estratégias de satanás, muito eficaz, é man-ter a igreja morna, serve para ela não realizar a sua missão. Depois dessa estratégia vem outra, e já está chegando, a de oprimir os membros mais fiéis, para que vacilem na fé e saiam da igreja. Depois da opressão vem o decreto dominical, e para este vir, não falta muito tempo. Com o decreto vem forte sacudidura para separar o joio do trigo. E por fim, já du-rante as pragas, vem a quarta estratégia, a do decreto de morte, a última tentativa de subju-gar o povo de DEUS. Esse ataque resultará na maior de todas as angústias entre o povo de DEUS. Mas quem permanecer fiel até o final, esse vencerá, e receberá a vida eterna.

escrito entre: 09/01/2010 a 14/01/2010
revisado em 15/01/2010

Declaração do professor Sikberto R. Marks
O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos.

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